Sandra Ingerman (2004) no seu livro “Shamanic Journey” fala do xamanismo enquanto “caminho da revelação direta” porque não depende de nenhum dogma e nenhuma autoridade externa. A prática xamânica dá-nos as ferramentas para entrarmos no mundo espiritual e descobrirmos o nosso próprio poder. A prática espiritual do xamanismo coloca-nos em contacto direto com os nossos “aliados” e os aspetos divinos do nosso próprio ser permitindo-nos construir um sentido de confiança e sabedoria permitindo acesso às energias curativas.
O Xamanismo é, segundo Sandra Ingerman, a prática espiritual mais antiga conhecida da humanidade. Embora a palavra shaman (xamã em português) seja uma palavra Siberiana para curador espiritual, o xamanismo também foi praticado em partes da Ásia, Europa, África, Austrália, Gronelândia e na população “nativa” do norte e sul da América.
Existe um terreno comum entre o Xamanismo e a psicologia. O propósito do Xamanismo é “curar” (Heal ≠ Cure: Embora estas duas palavras em Inglês signifiquem curar, a cura xamânica vai para além do simples alívio dos sintomas, remete-nos para a eliminação dos nódulos emocionais “energéticos” no “corpo luminoso”, o nível da “Alma” e do “Espírito”, Alberto Villoldo). A função da Psicologia é estudar o comportamento e os processos mentais e aplicar o conhecimento resultante à condição humana. O Xamanismo emprega práticas sobrenaturais (o sobrenatural é o natural que ainda não é compreendido ou aceite, quando o for passa a ser natural) para alcançar o seu propósito. A psicologia, em muitos dos seus ramos, recorre aos meios racionais e científicos (modelos cognitivos) para cumprir os seus objetivos. Porém, apesar das suas diferenças, tanto o Xamanismo como a psicologia procuram aliviar o sofrimento nas pessoas. Para além de partilharem o objectivo comum que é a intenção de “cura”, os segmentos da psicologia que abraçam os elementos espirituais ou sobrenaturais, nomeadamente a Psicologia Transpessoal partilham um vasto território comum com o Xamanismo.
Um Xamã é um homem ou uma mulher-MEDICINA que interage diretamente com os espíritos para abordar os aspetos espirituais da doença, realizar o resgate da alma, recolher informação divina, ajudar os espíritos de pessoas falecidas a fazer a passagem e realizar um conjunto de cerimónias para a comunidade.
A linhagem Humana Angélica tem milhares de anos e o hominídeo que evoluiu até ao Homo Sapiens pertence a uma linhagem paralela integrada num projeto de bio-regeneração das raças Anunnaki que perderam o potencial ascensional. É lógico afirmar que o “homem” que evoluiu através deste programa de Bio-regeneração possuía uma capacidade intelectual e espiritual superior àquela demonstrada nas manifestações de arte rupestre (Homo Sapiens). Há 68.000 a.C. esta linhagem humana Annu-Melchizedek (portadora de mutações na matriz dos filamentos de ADN 9, 10 e 11) tinha uma capacidade intelectual madura. A linhagem Humana Angélica original possuía um potencial muito superior porque existe na Terra desde a Segunda Experiência Turaneusiana (T2) quando as raças da Esfera de Amenti começaram finalmente a surgir na Terra há 250 milhões de anos – sementeira das 12 Tribos a partir das quais a atual linhagem Humana surgiu. Porém, devido a estes cataclismos intencionalmente orquestrados (Guerra Cósmica), verificaram-se Transformações Planetárias (Distorções na Grelha Kathara) que deterioraram as capacidades de todas as raças as quais regrediram a um estado percetivo primitivo em vários momentos da história. Isto quer dizer que a arte rupestre não representa um salto qualitativo espiritual, mas uma regressão significativa.
O recurso a plantas psicoativas foi uma das formas de recuperar algumas das capacidades e faculdades atrofiadas por estas distorções planetárias e biológicas. Isto significa que, embora o Xamanismo seja uma forma de expressão espiritual que antecede o Budismo, o Cristianismo e muitas outras religiões, também teve as suas raízes numa Ciência Espiritual mais avançada, os Ensinamentos da Verdade MCEO. Porém não necessitava do recurso a plantas psico-ativas para induzir estados modificados de consciência.
Um ser físico (“encarnado”) possui um nível de consciência limitado ao seu estado de manifestação.
Uma Matrix-Temporal com 15 dimensões possui 5 Harmónicas de manifestação:
Cada um dos 5 Universos Harmónicos (dentro de uma escala de 15 dimensões) possui um estado de matéria progressivamente menos denso desde a dimensão 1 até à 15.
Estas condições representam os sucessivos estágios da densidade da matéria percebida que a consciência experimenta à medida que o foco da atenção se expande progressivamente para cima/fora nas Dimensões Superiores da Escala Dimensional através do processo de evolução (acreção de frequência a partir do Campo Unificado para o Campo Morfogenético pessoal).
À medida que a consciência se expande progressivamente no seu regresso à estrutura 15-dimensional do seu Campo Morfogenético Original, a perceção da densidade da matéria altera-se do estado físico de maior densidade, para um estado semi-etérico, passando para um estado etérico e chegando à densidade da pré-matéria de luz líquida até atingir o estado original de formas de ondas escalares de ante-matéria, da consciência sem densidade. Ou seja, à medida que o Campo Morfogenético se expande através da acreção (acumulação e ampliação) de frequências da consciência, a densidade da matéria do corpo e do campo da realidade externa, diminuem.
Os bloqueios e distorções a nível das ondas estacionárias dentro da Grelha Kathara impedem as funções naturais do processo de acreção de frequências, distorcendo os processos naturais de expansão da consciência e o “crescimento” da forma corporal ao longo do tempo. Quando a Grelha Kathara funciona adequadamente dá-se uma expansão morfogenética permitindo certos fenómenos evolutivos. Os ciclos originais de crescimento e expansão inerentes à forma humana aconteciam em determinados períodos específicos:
A deterioração (doença/entropia), dificuldade em atingir estados modificados de consciência, o envelhecimento, a morte e a reencarnação, não fazem parte da nossa impressão Bio-Espiritual original.
É importante compreender os processos coerentes de crescimento e expansão e perceber a razão por detrás do mau funcionamento e entropia (deterioração mental e emocional, conflito, doença e morte) para podermos fazer as melhores escolhas.
Esta Guerra Cósmica deteriorou a organização sistémica e promoveu a entropia na nossa Matriz Temporal e nos 4 Universos Harmónicos onde manifestamos as várias plataformas de consciência (Diferentes Corpos).
Segundo o Modelo de Pierre Weil, o Universo ou a Natureza é a matriz holopoiética (holo: do grego hólos, todo | poiese, do grego poiēsis: exprime a ideia de elaboração, produção, criação) fundamental. Esta matriz distribui de maneira hologramática em todos os sistemas do Universo mais especialmente:
Por conseguinte o ser Humano é parte integrante deste sistema hoprogramático (Morfogenético). Ele também integra:
Na sua mente o ser Humano separa-se do Universo e cria a fantasia da separatividade. A sua mente também o separa da Sociedade e da Natureza. A sua mente esquece-se de que o Planeta, Sociedade e o Indivíduo são indissociáveis. E mais ainda, a Consciência Individual acha-se separada da Consciência Universal. E dentro dele mesmo, a sua mente (informática) separa-se das emoções (Vida) e do corpo (Matéria).
Então começa o processo de destruição da ecologia pessoal e a fragmentação atinge a pessoa Humana como Ser. Na sua mente a fantasia da separatividade gera um paradigma de fragmentação e de reducionismo. Porque se acha separado de tudo, ele gera emoções destrutivas no plano da vida, mais particularmente o apego e a possessividade de coisas, pessoas e ideias que lhe dão prazer. Por causa das emoções destrutivas o stresse destrói o equilíbrio do corpo.
A fragmentação da pessoa projeta-se no conhecimento e a ciência fragmenta-se a partir da matriz holopoiética e a desarmonia social reforça por sua vez o sofrimento do indivíduo. A sociedade possessiva de exploração do ser humano pelo ser humano estende a sua separatividade na exploração desenfreada da natureza.
O ser humano interfere:
O desequilíbrio da ecologia da Natureza ameaça, por sua vez, o equilíbrio do ser humano. E assim está montado o círculo vicioso auto-reforçador da autodestruição do ser humano e da vida planetária – Roda da Destruição:
(Pierre Weil) A paz só é possível através de uma plena consciência porque as guerras nascem no espírito dos homens, logo é no espírito dos homens que devem ser erguidos os baluartes da paz.
O processo de cura começa no indivíduo através de um trabalho na Mente Racional (pacificar e higienizar a mente – Corpo Mental), da Mente Instintiva (Inteligência Emocional – Corpo Emocional) e na Mente Subconsciente (Corpo Etérico).
As ideias tribais primitivas tais como solidariedade, parentesco, comunidade, democracia directa, diversidade, harmonia com a natureza, forneciam o quadro de referências, ou a fundação de qualquer sociedade racional ou sadia. Hoje em dia, estas ideias primárias, dádivas da nossa herança ancestral, estão bloqueadas da consciência. A maioria das pessoas modernas não consegue ver as verdades básicas que os nossos ancestrais sabiam, e que nós devemos resgatar, sobre a vida em equilíbrio com a natureza. Perdemo-nos em debates políticos intermináveis, investigação científica, porque aquilo que era auto-evidente para a mente primitiva foi esquecido, “Os rios deixaram de ser rios e as montanhas deixaram de ser montanhas”. O que a civilização fez foi perturbar e interromper o fluxo livre de ideias na mente humana, desligando a “mente primitiva”, através da socialização traumática. A inundação da mente do homem moderno com tanta informação, não substitui a sabedoria tribal. Não se trata da idealização da cultura primitiva, mas o reconhecimento consciente das suas concretizações e conquistas sólidas e inteligentes. Pelo facto da civilização repudiar o primitivo, a verdade básica, perdemos o quadro de referência relativo a uma vida saudável. Estamos perdidos num “falso eu”. Internalizámos os nossos mestres/carcereiros (“Anunnaki”), enquanto resposta psicológica ao trauma. Quando enfrentamos um terror avassalador, a mente humana divide-se, modelando parte de si à imagem do opressor. Trata-se de um acto de apaziguamento: “Repara”, diz a mente, “Eu sou como tu, por isso não me faças mal”. Como consequência do processo civilizacional, conjuntamente com o mecanismo de defesa psicológico conhecido como “identificação com o agressor”, passamos a escutar uma voz “alienígena”, dos vários representantes da civilização, na nossa cabeça. Devido a estas identificações ego-alienígenas, que funcionam como contra-forças, deixamos de escutar a nossa própria voz tribal|primária. Reforçada no decurso de várias vidas, formaram uma personalidade circunscrita e distinta, o “falso eu” ou “eu residual” (externo), que representa e reforça as regras e regulamentos da civilização. Este “falso eu” é observável nos processos cinéticos e emocionalmente dinâmicos da nossa “anatomia emocional”, nas expressões faciais congeladas, gestos estereotipados e padrões comportamentais do público em geral, determinando as nossas vidas diárias (Normopatia). A nossa forma corporal indica claramente o fracasso em converter sentimentos em acções, e a sobrevalorização de um cérebro hiperactivo. Sob tensão, ameaçados, ou simplesmente adoptando o caminho da menor resistência, desempenhamos o nosso papel de modo não pensado, reproduzindo internamente a nossa própria opressão, Glenn Parton (1997), “The Machine in our Heads”. Este é o reflexo de uma sociedade “normopática”.
O “Contexto Familiar” cria o enredo para que os seus atores experimentem os três caracteres arquetípicos nas suas histórias pessoais.
O problema advém do facto de despendermos tanta energia na personificação destes papéis que nos tornamos incapazes de ver para lá do enredo. E quando somos confrontados com estes padrões disfuncionais, quando somos “desmascarados“, reagimos agressivamente negando o problema, distorcendo os factos, defendendo a incoerência e tornamo-nos desonestos connosco próprios.
Sem nos apercebermos, as nossa crenças subconscientes foram moldadas e programadas inicialmente no seio familiar e depois através do processo de enculturação institucional e social. E por conformidade a estas crenças e ás lealdades e vínculos em relação ás expectativas e laços com os outros atores, emaranhamo-nos nelas de tal forma que, já adultos, permanecemos “presos”, perdidos e no caminho errado das disfunções psico-emocionais. Este “emaranhado”, desenvolve-se a partir da mitologia da família, crenças, regras, premissas, negações, protecionismos, lealdades, rebeliões, projeções, expectativas e ameaças. Apoia-se na modelação inapropriada, mensagens misturadas, vínculos exagerados ou ausentes, abandono, negligência, abusos físicos, mentais, emocionais, sexuais e religiosos. O “emaranhamento” exprime-se em tentativas de resolução dos dilemas da infância, e como tal repetimos estes comportamentos e atitudes.
Mas para sermos livres teremos que ultrapassar uma barreira invisível: o “Limiar da Transformação” é uma barreira psicoespiritual que Implica uma integração dos conteúdos dissonantes da “sombra”, e uma libertação progressiva do “emaranhamento”. Pressupõe uma grande abertura de “espírito” e entrega ao processo de transformação interior. Este limiar determina o início do “Caminho do Herói”, o amor ao novo (Neofilia), e o abandono das velhas crenças e padrões disfuncionais e o medo do novo (Neofobia).
É natural, quando estamos a passar por uma situação tensa, complicada, emocionalmente desgastante, sentir-nos confusos, vulneráveis, inseguros, temerosos. Os 6 sentidos permitem-nos perceber o mundo e tomar decisões em função dos nossos filtros (interpretação pessoal fruto da programação – “emaranhamento”). Quando um acontecimento traumático ocorre e põe em causa as nossa certezas (crenças) entramos em crise (Conflito intra-psíquico) e podemos ficar presos no “Pântano da Alma” (Culpa – eu fiz algo mal – e Vergonha – eu não presto). Envolvidos neste conflito interior podemos conseguir ultrapassar a “Barreira da Transformação”:
Os Sentidos Superiores estão ligados aos Sentidos Inferiores e cada um deles permite experiências percetivas características dos seus respetivos níveis dimensionais porém, no atual nível de desenvolvimento genético evolutivo, os sentidos superiores e inferiores não estão totalmente ligados entre si. Por este motivo os vários campos dimensionais superiores, e as capacidades sensoriais associadas aos Sentidos Superiores, parecem estar separadas ou indisponíveis à consciência humana incorporada. Os Sentidos Superiores e Inferiores ligam-se através de aberturas no Nível-1 (Entre o Corpo Nada Hova e Alphi Hova) das Linhas da Grelha Kathara, a qual cria:
Atualmente os sentidos humanos estão limitados/sincronizados ao campo percetivo tridimensional devido a bloqueios entre os 3º e 4º Centros Kathara que, por sua vez, incapacitam os Recetores Apparthi (RA) dentro do Corpo Nada Hova (CNH) de aceitar impulsos elétricos compatíveis, oriundos dos Corpos Hova de dimensões Superiores. Estes bloqueios na Grelha Kathara manifestam-se dentro do corpo como unidades fragmentadas de ADN (“ADN Lixo”) que servem para facilitar os processos naturais de transferência de dados multidimensionais para o Sistema Nervoso Central. Porções das experiências das dimensões superiores, apresentam-se perante a nossa atenção consciente sob a forma de perceções através de sonhos ou impressões intuitivas mas, as vias naturais que permitem uma clara perceção multidimensional, estão bloqueadas até um nível elevado na humanidade contemporânea.
O Xamanismo, regra geral, considera a existência de três mundos:
Um exemplo de uma cidade astral “O Nosso lar” (Colónia Espiritual) é descrita pelo médium Xico Xavier, caracterizada no filme com o mesmo nome. Esta cidade é um local onde os espíritos dos seres humanos desencarnados vão para preparar a próxima encarnação. A organização arquitetónica da cidade que vemos no filme foi realizada pelo médium Heigorina Cunha através de observações feitas em viagens astrais fora do corpo orientado pelo espírito Lucius.
Pelo facto do Planeta Terra ser novamente um Planeta Ascensional, os campos artificiais NET que têm sido falados extensivamente nos Ensinamentos da Liberdade começaram a “desmoronar”. A “radiodifusão” feita pelas raças estacionadas nessas plataformas já não está a ser emitida pelos campos NET diretamente para as Grelhas Planetárias. Á medida que o Planeta Terra continua o seu processo de regeneração (“cura”) os Campos NET irão continuar o seu processo de dissolução. Os campos NET não podem simplesmente ser destruidos de uma vez na medida em que foram criados pelas raças intrusas caídas quando desativaram várias partes do corpo energético que lhe permitia garantir a proteção de ondas de radiação intensa emitidas pelo sol. À medida que o Planeta se cura este irá ser capaz de recuperar estes níveis da sua anatomia que por sua vez garantem que os campos NET se dissolvam.
O novo complexo espiritual que está a emergir ainda não tem nome nem está centrado em torno de ensinamentos de qualquer profeta, guru ou santo carismático. Cada um de nós pode adquirir conhecimento e poder espiritual por si mesmo estabelecendo um contacto direto e transpessoal com os reinos sagrados sem a necessidade de nenhum intermediário, indivíduo ou instituição (Caminho da Realização Direta).
Porém, como vimos, os bloqueios na Grelha kathara dificultam a perceção e comunicação com as nossas identidades multidimensionais. Enquanto uns têm dedicado uma vida à prática da meditação para dominar os Estados Modificados de Consciência e aceder às dimensões superiores outros têm recorrido à tecnologia, criando tanques de isolamento sensorial (Técnica de Restrição dos Estímulos Ambientais – TREA), isolando o cérebro dos estímulos exteriores associado ao uso de Ketamina (K), para facilitar o processo de cartografia da nossa psique tal como John Lilly.
Ashayana Deane no seu livro “Voyagers Vol. I”, na página 62 aborda o problema das vedações de Frequência e a Tecnologia dos Implantes Holográficos usados pelos Zeta (Cinzentos) simulando cenários misticos/religiosos de forma a levar as pessoas à congregação em torno de autoridades espirituais. A partir das Zonas de Hibernação ou campo NET- NDCG – Nibiruan Diodic Crystal Grid, estas raças de ETs emitem comunicações espirituais para vários indivíduos que canalisam as mensagens ou têm visões (como os xamãs), desconhecendo que estão a ser manipulados a nível mental, emocional e físico através do Sistema de Emissão de controlo das massas (Matrix).
Quem implementou distorções no xamanismo?
Graham Hancock (2003) no seu livro “Supernatural” refere David Jacobs e outros investigadores que entrevistaram um grupo significativo de abduzidos que afirmam ser bastante comum os encontros com alienígenas teriantrópicos, ou seja, estranhos humanoides que possuem características de animais ou se transformam completamente em animais. Estes alienígenas parecem dominar a metamorfose (mudança de forma) e escolhem a forma de corujas, águias, guaxinis e veados. Bernardo Peixoto recorda um episódio da sua infância, durante uma cerimónia tribal, onde a figura de uma coruja empoleirada no topo de uma árvore foi avistada. Os anciãos cantaram, Ikuya! Ikuya! Ikuya! Bernardo perguntou-lhes porque motivo achavam que a criatura era um Ikuya e não simplesmente um mocho? Eles responderam, porque estavam em transe, que podiam ver luz e força em torno da coruja o que lhes permitiu saber que era um humanoide disfarçado. Quando dispararam flechas ao Ikuya, estas atravessaram-no sem o matar. Os xamãs normalmente adquirem ajudantes ou guias, espíritos que os ensinam a tornarem-se grandes curandeiros. Estes guias espirituais quase sempre se manifestam na forma de animais ou figuras teriantropicas e normalmente desempenham um papel ao longo da sua vida desde criança, logo depois da sua iniciação. Existe um paralelismo com as abduções por ETs que também se iniciam na infância e duram ao longo da vida. O que mais surpreendeu o investigador Graham Hancock foi o facto destas imagens teriantrópicas estarem representadas nas cavernas do paleolítico Superior na Europa.
Credo Mutwa, um xamã Zulu fala-nos de três raças que interagem com o povo Africano:
Obviamente que estes seres não só interferem na cultura espiritual do povo como abduzem as pessoas.
Porém, nem todas as manifestações e seres tem que pertencer a raças manipuladoras, oportunisticas ou parasitas. Ashayana Deane (2002) no seu livro Voyagers, the sleeping abducties” Volume I refere a existência de um grupo semelhante em característica aos Zetas chamados de Rhanthunkeana (Ranthia) oriundos de outras estrelas distantes no nosso universo e são responsáveis por muitos dos circulos nas culturas (Crop circles). Este grupo é muito mais avançado que os Zetas tanto tecnologicamente como espiritualmente e têm estado envolvidos com a cultura da Terra desde o seu início agindo como guardiões e protetores da nossa espécie e obviamente que podem ser muitos dos aliados espirituais dos Xamãs. Eles possuem a capacidade de estacionar entre as frequências dimensionais permanecendo invisíveis aos nossos sentidos. Esta espécie, ao contrário dos Zetas, não possuem uma base de matéria em termos biológicos e a sua forma orgânica possui propriedades fluidas que poderiamos associar à água. Eles possuem a capacidade de “dobrar” as léis da física tal como as conhecemos e são mestres do holograma. Muitos conseguem “Mudar de Forma” (shape-shifters) e podem modular as frequências dimensionais e os portais temporais para se manifestarem aos humanos na forma que desejarem. Tanto os Zetas como os Aethian utilizam frequentemente esta capacidade para interagir com os humanos, assumindo formas de animais, formas humanas ou de objetos. Os Zetas são menos competentes nestas habilidades porque lhes falta algumas características bioenergéticas (energias do corpo emocional) necessárias para uma maior mestria da arte da transmutação. Na maior parte das vezes, para evitar um elevado desgaste do seu sistema biológico, eles utilizam as táticas de modulação de frequências para “baralhar” os padrões das ondas cerebrais daqueles que os “vêm”, ou seja, eles estão ali mas conseguem interferir significativamente com o sistema bioelétrico humano para se tornarem invisíveis, “tipo fantasma” ou disfarçados de outras formas. Possivelmente são estes os casos descritos como Ikuyas já mencionados. os Zetas. Os Zetas são uma espécie fragmentada e os seus costumes e comportamentos diferem muito entre as várias subespécies. É um bom indicador quando estes Zetas estão acompanhados por Aethien (Seres insectoides do Tipo Louva-Deus) porque esta espécie age como emissários de paz e mentores positivos que ajudam no desenvolvimento dos Zetas que aceitaram evoluir na irmandade e respeito por todos os seres sensientes. Os Aethien são seres extraterrestre/interdimensionais e também ajudam os seres humanos e outras formas de vida. Tantos os Zetas comos os Aethien usam a sua capacidade de “mudança de forma”, modulação de frequências e os portais temporais para interagirerm com os seres humanos. É lógico inferir que os Ikuya, as formas teriantrópicas e outras manifestações se podem enquadrar neste tipo de fenómenos e manifestações.
A molécula do “espírito” permite à nossa consciência o acesso às visões, pensamentos e sentimentos mais surpreendentes e inesperadas. Há cerca de 30 anos atrás, os cientistas japoneses descobriram que o cérebro transporta ativamente DMT através da barreira sanguínea cerebral até aos seus tecidos. Assim que o nosso corpo produz ou ingere DMT, certas enzimas decompõem-na em segundos. Estas enzimas designadas por monoamina oxidase (MAO) existem em grandes concentrações no sangue, fígado, estômago, cérebro e intestinos. A presença disseminada de MAO justifica a razão pela qual os efeitos da DMT são tão breves. Sempre que a DMT surge, o corpo certifica-se que ela é usada rapidamente. De certa forma a DMT é “comida para o cérebro” tratada de forma semelhante à glicose, a sua fonte preciosa de combustível. O cérebro transporta ativamente a DMT através do sistema defensivo e rapidamente a decompõe. Só quando os níveis atingem valores acima do funcionamento “normal” é que nós começamos a passar por experiências não comuns. A DMT e produzida naturalmente nos nossos corpos. A Glândula Pineal ou “Glândula Espiritual” produz a DMT que promove uma mudança de fase no nosso cérebro mediando os estados modificados da consciência. A bebida Amazónica Ayahuasca é composta por uma mistura de plantas que fornecem beta-carbolinos e DMT facilitando os efeitos psicadélicos. A tecnologia interior da meditação não recorre a agentes exógenos facilitadores e/ou indutores de EMC que, segundo a informação de Ashayana Deane podem danificar o ADN!?… Rick Strassman afirma que a DMT é um componente essencial para manter a consciência cerebral no dia a dia e por isso é essencialmente neutra, nem é boa ou má, benéfica ou prejudicial em si mesma. A DMT impulsiona-nos para lá dos níveis físicos e emocionais da consciência colocando-nos em contacto com os reinos invisíveis que parecem ser habitados equivaleno a DMT a um termostato da realidade mantendo-nos numa banda de frequência restrita.
Fronteira da Ciência:
Estas substâncias têm sido usadas em contexto terapêuticos para ajudar toxicodependentes a abandonar a sua dependência o que é preferível à destruição pela dependência à droga. Estes doentes, depois de saírem da dependência, deveriam iniciar a bio-regeneração com as Terapias espirituais e atuantes.
Xamãs abordam a metodologia xamânica referindo os 4 ventos marcados pelos pontos cardinais que apontam no sentido do Olho de Deus (Roda da Medicina – Mandala Inca):
Todos os estados perceptivos são importantes em diferentes momentos da nossa vida:
Ashayana Deane refere que existem 6 ventos:
Se repararmos no diagrama vemos que está subdividido em quadrantes (4 quadrantes com 90°) e octantes (8 octantes com 45°).
As 4 esferas no final do diagrama estão contidas umas nas outras. Isto mostras mais claramente as 6 direções sagradas que estão relacionadas com a orientação de cada uma das esferas. As 6 direções sagradas são muito importantes porque se referem a alinhamentos específicos baseados no Código Krist que mantém cada domínio esférico e tudo o que ele contém no seu Fluxo de Vida Eterna de Consciência e nos seus Ciclos Temporais de Vida Eterna.
Ashayana Deane no seu livro “Voyagers Vol. 2” refere que em 1.500 d.C foi o período em que aconteceram as cruzadas em Ameka. A demanda pelo “Santo Grail” continuou neste período à medida que as raças Iluminati Annu-Melchizedek dos Cavaleiros templários Hyksos e as raças Iluminati Annu-Melchizedek Nephedem Omicron-Drakonianas avançaram com a sua agenda da “Uma Ordem Mundial” perseguindo o “Santo GRU-AL”. O Ponto Gru-Al é o Ponto Central de Controlo do Complexo Templário da Terra e ambos os grupos competidores tinham como objetivo controlar as terras onde estava situado este ponto em preparação do Ciclo de Ativação estelar entre 2000-2017 (A nossa época). Começou então nesta altura a invasão Protestante e Católica das Tribos nativas da América. O nome América tem a sua origem etimológica numa Linhagens Maji Grail pertencentes à Aliança Esmeralda conhecida como Ameka. Esta linhagem era responsável pela proteção do Ponto Gru-AL o qual estava stuado nas terras da América do Norte, um território outrora pertencente à Atlântida. Orientados e patrocinados pelas “Sociedades Secretas Místicas” criadas pelas Raças Angélicas Caídas, os grupos competidores Iluminati Annu-Melchizedek lançaram uma infiltração progressiva e uma colonização da América do Norte. Ambos os grupos tinham como objetivo destruir os Lemurianos exilados e os grupos nativos Seminol e Ameka pertencentes às linhagens Tribais Maji Grail que possuiam o conhecimento para realizar as “Távolas Redondas do Arco Íris” (Rainbow Roundtables). A América foi fundada pelos Cavaleiros Templários Iluminati Annu-Melchizedek Hyksos Luciferianos que atualmente se designam por “Maçons-Maçonaria” em nome da Federação Galática e Anunnaki Pleiadianos-Nibiruanos (Aliança ou pacto Lucideriano).
É lógico inferir que as tribos nativo americanas eram de acendência Humana Angélica (Maji Grail) e depois da colonização sofreram o extermínio e a hibridização forçada. A Tradição Espiritual Xamânica estava relacionada com o conhecimento dos Ensinamentos da Liberdade (Ciência keylontica) que lhes permitia aplicar as “Távolas Redondas”. Posteriormente perdeu-se esse conhecimento e foram introduzidas as distorções nos rituais e práticas esprituais (Conjetura minha).
Obviamente que a prática espiritual exige de nós um processo de escolha dos métodos e técnicas que são favoráveis ao nosso desenvolvimento e uma recusa de tudo o que prejudica. A escolha é da responsabilidade de cada um de nós. Pessoalmente aprecio bastante todas as técnicas e metodologias do modelo Espiritual Xamânico que promovam a transformação/metamorfose interior e a ligação profunda com a natureza.
Mais recentemente, uma das metodologias que mais me chamou à atenção foi o trabalho de Jon Young o qual reconheço um grande potencial no desenvolvimento pessoal e espiritual.
A Ligação (conexão) Profunda com a Natureza (LPN) consiste em recuperar o nosso lugar dentro da teia da vida – não como seres dominantes, mas como participantes humildes dentro e diante do grande poder e generosidade da criação. A LPN é nosso direito inato como seres humanos. Não é realmente algo que pode ser adquirido ou tirado. No entanto, pode ser nutrido, fortalecido e lembrado, ou pode ser esquecido. O trabalho de nutrir a LPN visa restaurar a lembrança de conexão e inter-relação como uma espécie humana dentro da grande teia de sistemas de vida neste planeta. A LPN pede-nos uma alteração da nossa Narrativa Pessoal, ou seja, das nossas crenças limitadoras relativas ao nosso potencial latente e à nossa essência Transcendente e Multidimensional.
A University of Vermont é uma universidade pública de pesquisa e, desde 1862, a única universidade de concessão de terras no estado americano de Vermont. Fundada em 1791, a UVM está entre as universidades mais antigas dos Estados Unidos. Jon Young, foi pioneiro do modelo de consultoria (coaching) na área de de ligação profunda com a natureza, combinando a sabedoria antiga e moderna. A base do seu trabalho baseia-se no desenvolvimento de habilidades holísticas de seguir animais – incluindo comunicação animal – animal, e construção de processos culturais essenciais para comunidades e organizações que ajudam a construir a ligação profunda com a natureza, com o Ser e com os outros. Jon Young investiga, estuda e testa as melhores práticas que ajudam a criar uma ligação efetiva com a natureza. Esses modelos são incorporados na metodologia dos seus serviços, treino e consultoria. O impacto do modelo disseminou-se para muitas comunidades pelo mundo, forneceu a estrutura para várias centenas de programas, projetos, negócios, organizações e escolas. Recomendo a pesquisa deste modelo porque é uma mais valia para a formação dos jovens na relação entre a atividade física de exploração da natureza e a educação ambiental através da ligação profunda com a natureza (trata-se de uma holopraxia). Existem outros projetos interessantes tais como a “Manzanita School”, “Weaving Earth” e “8 shields” que facilitam a compreensão desta metodologia.
Eric Brymer e Tonia Gray (2009); “Dancing with nature…” refere que o debate contemporâneo em torno da relação do homem com o mundo natural orienta-se segundo três perspetivas: