O tema não era desconhecido, mas o seu conhecimento profundo era. O mais longe que se pôde ir, foi respigar aqui e ali alguma informação reservada respigada dos arquivos dos Colégios Iniciáticos das épocas em que viveram, e assim apareceram nos seus escritos e iluminuras que hoje provocam escárnio e descrença nos positivistas acreditando saberem a estrutura físico-química completa do Empíreo. Com tanta presunção temperada no preconceito, mostram-se pobres de espírito ausentes da mentalidade sagrada que caracterizou as sociedades tradicionais do passado. O assunto era de tal modo importante, fundamental à compreensão metafísica do Cosmos, que desde a primeira hora o estudo da Astrosofia e Astrologia figurou obrigatoriamente nas disciplinas das Ordens Iniciáticas e Religiosas, vindas da mais remota antiguidade até aos dias de hoje. Com efeito, disso dá testemunho a própria Igreja Católica pelos seus doutores aclamados (desde Agostinho de Antioquia a Dionísio Areopagita e Tomás de Aquino, por exemplo), e até o corpus simbológico da Maçonaria assenta em base astrosóficas, sendo as suas principais datas de celebração assentes em períodos equinociais e solsticiais e, inclusive, a estrutura da Loja vem a refletir os mistérios do Empíreo na decoração e disposição dos seus símbolos, graus e oficiais. Resta saber o que seja o Empíreo, tema abordado por Dante Alighieri na sua Divina Comédia (1304) que Gustave Doré ilustrou (1861). A palavra empíreo provém do latim medieval empireus, adaptação do grego antigo empyrus (ἔμπυρος), “dentro ou sobre o fogo (pira)”. A palavra é utilizada tanto como substantivo como adjectivo. Têm a mesma origem grega as palavras científicas empyreuma e empireumático, aplicadas ao cheiro característico da queima ou carbonização de matéria vegetal ou animal. Na primitiva cosmologia cristã herdada dos textos e mitos judaicos e gregos, além daqueles dos povos antigos afro-mediterrâneos, o Empíreo era o lugar mais elevado do Paraíso Celeste reservado aos anjos, deuses, santos e seres abençoados, acreditando-se ser animado pelo Fogo Celeste (o Fohat das tradições védicas) ou o Éter como Pater Aether Omnipotens (elemento principal da Filosofia Natural de Aristóteles, relacionado ao seu conceito de “motor imóvel”, como seja, Tudo participando da sua natureza sem que ele, como Todo, participe do Tudo, conceito figurado na tradição védica no designativo Chakra-Varti, possuído de atributos iguais àqueles da figura judaico-cristã de Melki-Tsedek). O Empíreo era assim, na literatura cristã, o nome dado ao que está acima do firmamento. Tomás de Aquino, na Summa Theologiae, identifica-o como o lugar onde Deus criou os anjos, não porque estes, criaturas espirituais que são, necessitem de um lugar físico, mas para manifestar isso às criaturas corporais de que eles o presidem, sendo excelentes do que elas. Na Divina Comédia, de Dante, é o Morada de Deus e dos abençoados, seres celestiais tão divinos que são feitos de pura Luz, usufruindo diretamente da Fonte da Luz e da Criação (o Logos Único, o Absoluto). O Empíreo de Opicinus de Canistris desenhado entre 1335-1350 em Avinhão, França Seria o Professor Henrique José de Souza, consignado Venerável Mestre JHS, quem no século XX traria à luz da Sabedoria Iniciática as minúcias astrosóficas do Empíreo e dos misteriosos três mais um Zodíacos, na sua relação com a Obra do Eterno na Face da Terra de que ele foi o líder supremo de 1883 a 1963, expressando ao Supremo Revelador – Deva-Vani, Anjo da Palavra – de nome Akbel, o Anupadaka-Deva tomando forma e expressão nesse mesmo fundador da Sociedade Teosófica Brasileira, revelando o que no passado era interdito à Humanidade por não possuir desenvolvimento mental para tanto, e nem mesmo hoje os pormenores mais importantes dessas revelações devem vir a lume. O Género Humano como tal é ainda muito imaturo no seu desenvolvimento físico, psíquico e mental, além do risco óbvio da ceiva nefasta dos falsos profetas e messias mancos que campeiam por toda a parte. Não é a esses a quem dirijo este e outros estudos da minha lavra, nunca foi e jamais será. Esses que tais o mais que fazem é plagiar ou tão-só furtar para mais ainda auto-galvanizarem-se em elogios da sua própria pessoa. Sabidos conheço-os a mãos cheias, pródigos na ignorância compensada pela fantasia em que se perdem e levam a perder quantidade de afins pelos laços misteriosos do Karma. Neste deserto estéril de confusões e autossuficiências onde todos se manifestam sábios e perfeitos, onde todos querem mandar em tudo, mesmo não tendo mando sobre si mesmos no desgoverno dos sentidos, onde todos à boca cheia falam de Deus mas não O querem ouvir, mais uma vez pergunto: em que fica e onde fica JHS? O próprio responde pela Voz do Espírito de Verdade: – Cada um constrói o seu mundo para que o Meu permaneça ignorado! Posto isso, dirigindo-me sobretudo aos Discípulos do Novo Pramantha a Luzir sob o Pendão de Akbel, transcrevo alguns trechos de um manuscrito secreto a respeito de Astrologia Iniciática dado ao conhecimento dos mesmos Munindras pelo Professor Henrique José de Souza (JHS). “De todos os ciclos astronómicos, o mais diretamente ligado ao Homem é o ano sideral que, para a ciência oficial, equivale, sob o nome de precessão, a 28.400 anos médios, e segundo a ciência esotérica, a 27.000 anos. “Precessão do Equinócio – Este período de precessão equinocial representa um ano para a nossa Cadeia Planetária, é como se o Zodíaco desse uma volta completa sobre si mesmo. Os astrónomos explicam a precessão pelo recuo aparente do ponto vernal através das constelações zodiacais. Os ocultistas, porém, afirmam que há, de facto, em torno da nossa Cadeia a rotação de verdadeira Esfera zodiacal, constituída pelas constelações do Zodíaco, girando em volta de um eixo polar de Norte-Sul. “Rotação das Estrelas Fixas – Ao redor dessa Esfera zodiacal, move-se ainda uma terceira Esfera. Daí os livros ocultos falarem, paradoxalmente, na rotação das Estrelas Fixas. “Da precessão dos equinócios resulta que as constelações zodiacais não coincidem com as casas do Zodíaco. Quando o Sol entra em zero grau de Áries, faz com que esse ponto no céu já não coincida com a constelação de Carneiro. “Como sabemos, o ponto vernal vai recuando cinquenta segundos por ano, de maneira a fazer uma revolução completa de 27.000 anos. Atualmente, o ponto vernal está no fim da constelação de Peixes, mas o Equinócio da Primavera ainda é marcado, tradicionalmente, por Áries. Tornemos a acentuar: as constelações não coincidem com as casas do Zodíaco. Este facto tem servido de base à crítica impiedosa da Astrologia. “As Constelações e as Hierarquias Criadoras – Os ocultistas sabem que as constelações zodiacais visíveis são pontos de apoio, são polarizadoras das energias oriundas das Hierarquias Criadoras, e que estas refletem os atributos das Hierarquias Arrúpicas. Mas, onde ficam, realmente, as Hierarquias Criadoras? Estão além do cinturão zodiacal visível. “Podemos presumir, assim, a concepção oculta: ao centro, o Universo material com as suas cadeias de mundos; em torno dele, gira um Orbe sideral com centros de forças muito mais complexos, distribuídos em doze categorias, que podem, por sua vez, conforme a sua natureza essencial, serem repartidos em quatro triplicidades; por fim, ao redor do Orbe sideral gira outro mais subtil, que poderemos chamar de Empíreo. “No Empíreo encontramos 14 centros subtis de ação; é o que poderemos chamar de Zodíaco espiritual. Mas esses catorze centros apenas se refletem, no Segundo Mundo, como um setenário (animado por um ternário – nota VMA) que, por sua vez, só age tangivelmente nos mundos materiais através dos quatro Planos da Forma… “Há, pois, necessariamente, para que surja a existência ativa, um conjugado de movimentos dessas três Esferas, que só os astrólogos iniciados podem conhecer. Com efeito, a rotação do segundo Zodíaco é muito mais lenta do que a do nosso Mundo, pois equivale a 27.000 dos nossos anos solares médios. Mais lenta ainda é a rotação do terceiro Zodíaco (espiritual), completando-se em 108.000 anos. Agora podemos compreender porque, na base desse conjugado de movimentos relativos, podem haver estrelas fixas, de influência em nosso redor, não dependentes de constelações visíveis. “Interdependência dos três Zodíacos – espiritual, sideral e material. Quando, por exemplo, a Hierarquia dos Agnisvattas está vivendo no Orbe sideral, essas vibrações podem corresponder, para determinado ponto da Terra, à constelação ascendente, à triplicidade do Fogo. Daí a possibilidade de desarmonia. As desarmonias cósmicas marcam os ciclos de desequilíbrios, em que forças de uma natureza passam através de centros de naturezas diversas. Note-se que as Esferas de influência superior não têm forma (Hierarquias Arrúpicas). Quando essas Hierarquias se refletem nos centros de forças ou chakras das Hierarquias Criadoras (Rúpicas), surge o segundo Zodíaco. Quando, finalmente, esse septenário cósmico se condensa na matéria, surge o terceiro Mundo. Eis a grande chave da Astrologia Oculta, a chave dos três Mundos (Espírito, Alma, Corpo). “Influência astrológica e a Kali-Yuga – Em escala cósmica, uma conjunção de forças antagónicas pode reger um lapso de 108.000 anos ou mesmo quatro vezes isso (432.000 anos), que é o período da Kali-Yuga atual. Uma força da natureza da Água agindo através de outra da natureza, por exemplo, do Fogo, provocará uma Idade Negra, uma Kali-Yuga. Círculo de desarmonia cósmica. Haverá luta e não paz, sofrimento e não bonança. “O aparecimento do Avatara está, como sabemos, intimamente ligado a esses ciclos registados pelo relógio cósmico. Todos os que, de há dois mil anos e tantos a esta data, têm surgido na Terra sob a égide de Peixes. O Cristo é o Peixe Salvador. O peixe era o emblema de reconhecimento entre os cristãos, a palavra de passe dessa Maçonaria antiga. Todos os Avataras nascem sempre dentro da Lei do Ciclo. Em 27.000 anos, surgem 12 Grandes Avataras, cada um regendo um período de, aproximadamente, 2.225 anos. “O Karma e os Astros – Se é verdade que os astros inclinam mas não obrigam, não é menos verdade que o Karma é poderoso e age através deles, e que são poucos os que se libertam das contingências kármicas… Se, porém, conhecermos toda essa complexa combinação de forças, poderemos evitar males e sobreviver. Caso contrário, a sorte está escrita e será inexorável. “O Homem é, em verdade, o Microcosmos. Nele estão os Zodíacos (os planetas) e também o Mundo mais celeste. O Olho Espiritual, o Empíreo. O Homem é um Universo vivo e a natureza humana é tão profunda que todas as criaturas estão indissoluvelmente ligadas, a ponto de dificilmente acontecer qualquer coisa numa pessoa sem se refletir nas demais.” O Mestre JHS proferiu na sua Carta-Revelação de 27 de Outubro de 1949: “Isto se relaciona com o mistério do Zodíaco que, hoje, compreende apenas 12 constelações. 12 signos solares sobre 28 signos lunares. A verdade é que há três Zodíacos, embora só percebamos um. Há mais dois. E toda a Vida Universal decorre do movimento e das relações desses três Zodíacos. Só poderemos conhecer o nosso Sistema quando conhecermos a nossa posição em face de cada um deles. Um rege o Físico, outro a Alma e o terceiro o Espírito. Tudo isso em torno dos três Sóis. O que está escondido tem os dois signos que alguns conhecem, Leo e Câncer, substituindo dois planetas diferentes. “Cada Zodíaco rege um aspecto da Vida Humana. Só o astrólogo iniciado pode determinar a relação. Os cálculos conhecidos só se baseiam no Zodíaco físico, relacionado às tendências patológicas, etc. O resto não é conhecido. Para conhecer o destino dos homens precisamos conhecer os três estados. Faltam dois. O nosso Zodíaco conhecido tem uma mistura de homens, animais e vegetais, para velar os outros dois Zodíacos. “Esta é apenas uma pequena ideia para irmos nos ambientando com o que se passa em cada dia. Ontem falamos a respeito dos 22 Arcanos, relacionados às Cadeias e Hierarquias do Futuro. Essas três, 5.ª, 6.ª e 7.ª, estão em relação com as Arrúpicas. Há duas coisas importantes: precisamos armar os problemas, para sentirmos as soluções.” Assim, tal como há Três Tronos ou Logos cuja projeção desde o Centro da Terra ao Espaço Cósmico são neste assinalados por Órion – Cruzeiro do Sul – Sirius, consignados Pai –Mãe – Filho manifestados nos três Zodíacos que respectivamente assessoram ou encarnam. Esses projetam-se de cima, do Mundo Celeste ao Sideral e finalmente o Terrestre indo ao Omphalo do Mundo, conforme revelou o Senhor JHS e no que se pode compor o esquema seguinte: Depreende-se desse esquema de três círculos concêntricos refletindo os três Zodíacos neste 4.º Sistema de Evolução Universal, que do primeiro ao terceiro são afins às manifestações das 1.ª, 2.ª e 3.ª Cadeias Planetárias com as respectivas Hierarquias de Assuras, Agnisvattas e Barishads, estando a 4.ª Cadeia atual em formação inserta no respectivo Zodíaco Planetário cujos doze signos repartem-se pelos três Zodíacos e que também ele está ainda em formação (nisto entrando Urano e Neptuno, o Divino e a Mónada, Fogo e Água, Zain e Zione, os Gémeos Espirituais como padrão e modelo do Género Humano), por ser o da 4.ª Hierarquia Humana (Jiva) ainda a formar-se na sua infância consciencial, decisivamente constituída só em 4 de Outubro de 1937, correspondendo à liquidação do Karma Humano relativo ao seu Passado, como seja o da Redenção da Atlântida, ato desenrolado pelo próprio JHS em plena região fenício-atlante, como seja o Rio de Janeiro. Nessa ocasião, na sede da Sociedade Teosófica Brasileira, em plena sessão, ele proferiu: “Falei do meu Trono Divino na Língua dos Deuses. Falei do meu Trono Infernal numa Língua estranha. Agora falo do meu Trono Humano: a Atlântida está redimida!” Esse acontecimento transcendente relaciona-se ao terceiro Zodíaco Planetário, o da Face da Terra e do seu Submundo, Badagas, posto em relação com o Terceiro Trono ou Hipóstase do Logos Único, Shiva (Espírito Santo). O Zodíaco Sideral encadeia as suas influências ao Mundo Intermediário de Duat, e por ser intermediário entre a superfície e o interior correlaciona-se ao Varão Celeste de Dupla Face, Vishnu-Lakshami (Filho). Finalmente o Empíreo, expressa o Sanctum Sanctorum, Agharta com suas sete Lokas ou regiões luminosas em torno da oitava Shamballah expressando a Tríade Superior, com isso é o primeiro Zodíaco afim ao Imanifestado Brahma (Pai). No esquema, o círculo exterior (3.º) envolve, rodeia o Sol etéreo-psíquico, o Sol do nosso Sistema Solar – alinhado com Sirius, estrela alfa da constelação do Cão Maior – com 12 horas diurnas e outras tantas noturnas. O círculo intermediário (2.º) envolve a constelação do Cruzeiro do Sul (Cruziat ou Ziat) afim ao Segundo Logos, relacionado ao Mundo de Duat com 18 horas de atividade e 18 horas de repouso, como seja 18+18 = 36. O número 36 corresponde ao resultado da soma dos signos dos três Zodíacos (10+12+14 = 36). Em Shamballah-Agharta, alinhada com Órion e o Sol Central, Oculto ou Espiritual do Empíreo, onde evolui o nosso Sistema de Evolução Universal tendo naquele o Oitavo Logos ou Absoluto, há duas fases: a Agharta é eternamente dia, clara, luz; Shamballah é eternamente noite, escura, treva, por ausência de luz, ou melhor, por conter toda a luz(“No princípio era a treva e da treva saiu a luz”, diz o Génesis). O mistério da Evolução é sempre mantido pela Lei da Polaridade das coisas, Lei que rege os corpos manifestados. Foi baseado nesta chave astrológica que o Mestre JHS afirmou: “A Obra possui três círculos, relacionados com os três Zodíacos”. Ou sejam: 1 – O primeiro círculo, central, é constituído pelos Makaras, Assuras e Arhats de Fogo, os “Dignos”, sendo íntimos do mistério dos Gémeos Espirituais. 2 – O segundo círculo, intermediário, é formado pelos que possuem as possibilidades, as skandhas em predomínio às nidhanas, de ingressarem na Obra Divina, nas fileiras da Instituição que escuda aquela, já que a Obra só se objectiva pela Instituição, tal qual Purusha necessita de Prakriti para manifestar-se. 3 – O terceiro círculo, externo, abarca os que não possuem as possibilidades, as nidhanas predominando sobre as skandhas, de ingressarem na Obra Divina, nas fileiras da Instituição representativa ou JHS ou El Rike. De maneira que, nesta e quiçá em vidas futuras, ante a Mente Universal de Akbel as suas Mónadas manifestadas encontram-se falidas das possibilidades de alcançarem os páramos da Consciência Superior, efetiva e real, por lhes carecer a evolução necessária à apreensão justa e perfeita do Desígnio e respectivo Plano de Deus, o Supremo Arquitecto do Universo. Um dia recuperarão o tempo malgasto no passado e notoriamente no presente, onde muitos dando o primeiro dos primeiros passos logo se julgam colossos de saber, poder e pureza, superiores a tudo e a todos, insensíveis e egolátricos, Grande Maya que os faz perder no Caminho da Verdadeira Iniciação. Para que não se perca a Tradição, mesmo correndo o risco inevitável de plágio e adulteração fatal pelos impúberes do ciclo, mas sabendo que a quintessência do que direi permanecerá ocultada, dirigindo-me mais que tudo aos Munindras de JHS, revelo de seguida os nomes das constelações dos três Zodíacos e dos Seres Superiores afins presentes na Obra do Eterno na Face da Terra como preclaros Membros da Shuda-Dharma-Mandalam, a Grande Fraternidade Branca. Sendo representados, junto da Evolução Planetária, por 10 Signos Vivos ou Colunas Vivas. Os signos do Zodíaco Humano (Jiva) em formação, representando o 1.º Zodíaco, na língua latina e aghartina, são: Áries (Astel ou Astla-Tel), Taurus (Turib), Leo (Silag), Capris (Kab-Irel). Essas constelações são representadas, junto da Evolução Planetária, por 12 Signos Vivosou Colunas Vivas, corporizadas pelos Yokanans de 1.ª Categoria e pelas Sibilas ou GrãsSacerdotisas, aos quais se dá os nomes gregos ou da tradição com que se os consigna. Os signos do Zodíaco Humano (Jiva) em formação, representando o 2.º Zodíaco, na língua latina e aghartina, são:
Aquarius (Kaliman), Libra (Mer-Eb), Virgo (Jak-El), Gemini(Goreb). Essas constelações são representadas, junto da Evolução Planetária, por 14 Signos . Colunas Vivas, assumidas pelos Dharanis de 1.ª Categoria em torno dos DhyanisBudhas dispostos estrategicamente no Sistema Geográfico Internacional. Esses últimos veiculam as energias espirituais dos sete planetas do nosso Sistema de Evolução, desde que tomaram vida e forma objectiva no ano 1900, frutos benditos do consórcio amoroso de Akbel e Allamirah no Céu expressos na Terra por Arabel e Goberum ou Adamita. Dispõem-se em conformidade aos dias da semana assinalados pelos ditos sete planetas tradicionais:
Saturno – Vénus – Júpiter – Mercúrio – Marte – Lua – Sol, ou em língua aghartina: Satadak – Anadak – Jevadak – Reifadak – Samadak – Isadak – Muladak. A “Oitava Coisa”, o Substractum ou Princípio Originador como síntese dos sete, como se fosse a semana por inteiro, fixa-se em São Lourenço do Sul de Minas Gerais, e tem na direção a Mãe Soberana desses Homens Representativos, Adamita, assegurada ritualisticamente pela Ordem do Santo Graal assente em quatro patamares de Iniciação e Realização:
Templários (Astaroth), Filhas de Allamirah (Karuna),
Tributários (Yama), Pupilos (Manu). Para terminar, os signos do Zodíaco Humano (Jiva) em formação, representando o 3.º Zodíaco, na língua latina e aghartina, são: Escorpião (Sib-Sib), Sagitarius (Zig-Tag), Piscis(NahoAb), Câncer (Tal-El).